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MUNDO DIGITAL
Mobilidade e tecnologia
Protagonismo de consumidores

Por MundoCoop

Mobilidade e tecnologia

 

Tudo é comunicação … e comunicação está cada vez mais integrada e interligada à tecnologia, fazendo com que algumas pessoas afirmem que a Comunicação mudou. Na verdade, o que mudou, com o desenvolvimento tecnológico e o surgimento de novas mídias, foram os meios, cada vez mais presentes na vida das pessoas, fortalecendo tudo que está embutido no conceito inicial e tornando todos influenciadores, protagonistas em tempo real e independentemente de onde estejam.

Em resposta à mobilidade, surge uma nova era, marcada por novas formas de relacionamento – afinal, o vínculo entre comunicação e relacionamento fortalece-se mais e mais. De forma prática, os intermediários tradicionais deixaram de existir: tudo e todos influenciam todos e tudo, inclusive os produtos e serviços, as marcas e as empresas. As ferramentas de comunicação também evoluíram exponencialmente, abrindo o leque de escolha de canais e mídias. Nesse novo universo comunicacional, os intermediários perderam espaço e todos podem – e devem – atuar como protagonistas.

Essa mudança, que acontece em ritmo frenético, vem atropelando diversos produtos, serviços, marcas e empresas tradicionalmente estabelecidas, permitindo o surgimento de alternativas que podem deixar de existir com a mesma agilidade com que surgiram. Pensar rápido, e agir mais rapidamente ainda, é determinante para a sobrevivência. Nesse cenário, o consumo está orientado a experiências e não a coisas, e o fundamental é definir como conectar comunicação e tecnologia em projetos de marcas e negócios.

O especialista em marketing Gabriel Rossi – professor da ESPM, da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) e da pós-graduação de Marketing da USP, entre outras atividades – alerta para o fato de que a ideia de conectar comunicação e tecnologia com projetos de marca é que “os esforços possam, de alguma forma, contribuir para o diferencial da marca e ajudar a marca a transmitir o seu diferencial perante o seu público-alvo”.

A Comunicação e a tecnologia são potentes formas de comunicação com o público. Tecnologia, contudo, só é importante, no final das contas, o público achar que a marca tem relevância, significado. No caso de essa leitura por parte do cliente não ocorrer, a tecnologia – define Rossi – “é um penduricalho desnecessário na vida da pessoa e da marca. A tecnologia é usada para facilitar a vida do consumidor, para facilitar o contato com as marcas, com as empresas, permitir a conveniência que o consumidor procura cada vez mais nos dias de hoje”.

Conectar Comunicação e tecnologia em projetos de marcas e negócios não dispensa a definição de metas. Aliás, para Rossi, essa atitude é ainda mais fundamental, em decorrência do próprio ritmo proporcionado pelas ferramentas da atualidade, e soma-se ao domínio do objetivo do negócio que as redes sociais e as tecnologias ajudarão a alcançar.

“A partir da definição do objetivo de negócio, olhar para seu público, entender o comportamento dele onde ele se conecta, quem ele influencia e por quem ele é influenciável do ponto de vista da marca, do produto. Somente após conhecer esses pontos, é possível usar um arcabouço de tecnologias, um arsenal de técnicas de comunicação, mas sempre com foco na bola, olhando o mundo pela perspectiva do negócio”, recomenda o consultor.

Na essência, contudo, o processo de comunicação e relacionamento não foi substancialmente alterado. Afinal o primeiro cuidado permanece sendo a convicção de que a marca cumpre os preceitos básicos do mercado em que se insere. Os princípios do Marketing também são os mesmos na era digital. De acordo com Rossi, o que ocorreu foi a amplificação desses pontos: “um bom serviço, um bom produto, um bom atendimento tem isso como fundamenta. De nada serve usar tecnologia ou campanhas mirabolantes de comunicação se não há certeza de que a empresa está apta a entrar nesse ambiente porque cumpre os preceitos fundamentais do seu ramo, seu negócio e das expectativas de seu consumidor”.

Rossi agrega a esse recado um outro ponto: o objetivo de negócio tem de estar em mente. “Você precisa saber o que quer atingir. Não é utilizar o Facebook pelo Facebook, o LinkedIn pelo LinkedIn. É poder responder qual o objetivo do negócio que vou conseguir alcançar ou, pelo menos ajudar minha empresa a alcançar, utilizando essas ferramentas”, convida.

Mídias sociais e o imediatismo: benefícios e danos

Rossi também alerta para os perigos e as vantagens do imediatismo das mídias sociais – elas constroem-se e existem em uma área tecnológica –, que, mesmo gerando vantagens, exigem cuidados. O caminho conduz à gestão das mídias sociais, disciplina que se tornou uma parte essencial no desenvolvimento do negócio e gera diferenciais frente aos concorrentes e ao Mercado.

Nas mídias sociais, “primeiro você olha para o comportamento do consumidor, vê como ele se desenvolve, depois você pensa na tecnologia e qual tecnologia usar para se comunicar melhor com esse consumidor. Esse ambiente permite que as empresas entendam melhor o comportamento do consumidor, porque ele deixa rastros por onde passa”, afirma Rossi.

“Com a popularização dos smartphones, as mídias sociais nunca foram tão acessadas, e em uma frequência quase que impossível de ser aferida. Há todo momento são fotos, mensagem, propagandas, protestos dos mais variados tipos e para diversos públicos. A necessidade de mostrar o que pensa, ou o que está fazendo, nunca se tornou tão essencial na sociedade”. A consequência, para o especialista em construção e gerenciamento de marcas e reputação, é uma era cada vez mais efêmera e imediatista, marcada por uma nova realidade, em que um youtubers de 17 anos é mais influente do que um canal tradicional.

Benefícios são vários. As pessoas se misturam e interagem muito mais. A época é marcada por mudanças no sentido de liberdade, de juventude, de classe social e de idade; fim dos estereótipos e da construção da identidade; novos padrões de consumo, menos pautado pelas diferenças de classe e mais por afinidades e gostos pessoais. Resumindo, Rossi explica que as mudanças tecnológicas e culturais não dão mais tempo para separar pessoas em gerações. Faz-se necessário criar clusters, por conjuntos de hábitos e estilo de vida. Também é importante olhar para o comportamento do consumo, atentar para o poder de relacionamento dado pela mídia social, pois o consumidor conversa com outros consumidores, tem muito mais informação, compara preços, marcas e exige que as marcas sejam cada vez mais relevantes.

Crises passam a ser inerentes ao ambiente atual, e as consequências são danosas: “a internet potencializou o poder de resposta e a demonstração das mais variadas emoções dos consumidores. E mais: o alcance é inevitavelmente global. Agora, todos os clientes têm potencial e voz ativa e crises de imagem podem acontecer com qualquer instituição, o que faz necessário, caso tais situações ocorram, a gestão dinâmica, monitoramento e envolvimento dos principais departamentos da empresa”, orienta.

 

 


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